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As autoridades detiveram cerca de 30 manifestantes no centro de Amsterdam na tarde de sábado após um protesto anti-imigração na zona da Museumplein.
A manifestação contra a imigração em massa, contra a escassez de habitação e por uma Holanda segura foi relativamente pacífica. A tensão aumentou ocasionalmente. Manifestantes atiraram ovos a várias viaturas da polícia. Assim que a marcha passou por casas com bandeiras palestinianas, foram ouvidas várias vaias e objetos foram ocasionalmente arremessados.
Após o fim do protesto oficial, a situação tornou-se mais tensa e perigosa com os participantes a marcharam pelo centro da cidade, com queima de fogos de artifício e com protestos em alta voz de "azc, weg ermee" (Centros de asilo, saiam) e "Wij zijn Nederland" (Nós somos Holanda). Após um grupo de manifestantes ser cercado pela polícia na Prinsengracht, uma equipa de polícia de choque entrou em ação e procedeu à detenção de várias pessoas suspeitas.
A polícia, a burgomestre Femke Halsema e Frans Timmermans, líder do PvdA/GL, foram particularmente visados nos protestos.
A área da Museumplein e as ruas adjacentes foram previamente designadas como zonas de risco à segurança. Os manifestantes faziam parte do movimento "Nederland in Opstand", que já realizou marchas semelhantes no passado.
Um contra-protesto contra o racismo e o fascismo foi realizado nas proximidades da Jonas Daniël Meijerplein, onde centenas de pessoas se reuniram. Os organizadores pediram aos participantes que evitassem confrontos e enfatizaram a segurança.






