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Se nomeado, ele seria apenas o segundo neerlandês a assumir o cargo mais alto do BCE, depois do seu primeiro presidente, Wim Duisenberg.
Klaas Knot, que no passado liderou o De Nederlandsche Bank, é amplamente considerado o favorito para suceder a Christine Lagarde no Banco Central Europeu, de acordo com uma pesquisa da Bloomberg com vários economistas.
Klaas Knot deixou a presidência do De Nederlandsche Bank no ano passado, após um mandato de 14 anos, que também incluiu uma cadeira no conselho de governadores do BCE. Na lista de possíveis sucessores, ele é seguido pelo espanhol Pablo Hernández de Cos, atual presidente do Bank for International Settlements (BIS), enquanto o presidente do Bundesbank da Alemanha, Joachim Nagel, ocupa a terceira posição.
Apesar de liderar a lista de possíveis sucessores, Klaas Knot não é visto como a melhor opção pelos restantes economistas. Em vez disso, eles consideram Isabel Schnabel, economista alemã e membro do Conselho Executivo do BCE, a melhor candidata para substituir Lagarde quando o seu mandato expirar em outubro de 2027. De Cos, ex-presidente do Banco da Espanha, vem em segundo lugar, ligeiramente à frente de Knot.
As especulações sobre o possível sucessor de Lagarde já duram há meses, com os nomes mais frequentemente apontados para Knot e De Cos. Ambos gozam de sólida reputação e receberam elogios públicos de Lagarde. Ela também se manifestou positivamente sobre Isabel Schnabel, afirmando no mês passado que existem “candidatas muito boas” e que Schnabel está entre elas.
Além dos favoritos, François Villeroy de Galhau, da França, que preside o Banco Central francês, e Fabio Panetta, da Itália, governador do Banco Central italiano, também são amplamente vistos como candidatos viáveis para suceder Lagarde.
Olli Rehn, da Finlândia, continua como um outro potencial candidato, tendo ficado em segundo lugar na disputa pela vice-presidência do BCE. A pesquisa dos economistas surge após a nomeação do novo vice-presidente do BCE, o croata Boris Vujčić, que esteve à frente do Banco Central da Croácia.
Imagem de World Economic Forum via Flickr





