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Com o mercado de arrendamento paralisado devido à venda dos imóveis, isso também tem consequências para a residência estudantil no país. A escassez pode chegar a 30.000 residências só este ano, sendo o inicio do ano letivo o mais problemático.
Com um mercado de arrendamento paralisado há algum tempo, os estudantes sofrem também as consequências. Embora fosse perfeitamente normal, há alguns anos, morar em residências estudantis ao entrar na universidade, isso já não acontece com tanta frequência. Essa situação não só prejudica o desenvolvimento dos estudantes, como também gera incerteza e limita a sua vida social.
Devido à venda massiva de imóveis destinados ao arrendamento devido à Lei da Renda Acessível e à proposta de mudança fiscal do Box 3, deixou de ser lucrativo para muitos proprietários arrendar complexos estudantis. Desde a introdução desta nova lei que é necessário elaborar um contrato coletivo para imóveis onde residem mais de três estudantes. Isso resulta em menor flexibilidade e um valor de arrendamento mais estático para todos os inquilinos do imóvel.
Além disso, a lei levou a um ajuste no sistema de avaliação de imóveis. O Governo utiliza esse sistema para regular melhor os valores de arrendamento. Consequentemente, os proprietários não podem mais simplesmente cobrar uma renda excessivamente alta. Assim, colocam à venda os quartos destinados ao arrendamento estudantil.
Estima-se que haja um défice de 21.500 quartos estudantis. Prevê-se que esse número aumente mais durante 2026, chegando a entre 23.000 e 30.000 quartos. Essa informação é do National Housing Monitor, da Kences, centro de conhecimento sobre alojamento estudantil.
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay





