Notícias
Alfa2
A solução para resolver e evitar a dupla tributação com o Fisco de Portugal. Declaração de Rendimentos IRS Portugal
Conheça mais um pouco dos nossos patrocinadores

Falta Água Nos Países Baixos
Os Países Baixos enfrentam oficialmente uma situação de falta de água, anunciou o Ministério da Infraestrutura e Gestão da Água. O Comité Nacional de Coordenação da Distribuição de Água (LCW) recomendou que o governo adote medidas a esse nível.
Autoridades e empresas de abastecimento de água consideram novas medidas para distribuir a água disponível, embora ainda não se saiba ao certo quais serão essas medidas.
A 1 de julho, a LCW, uma colaboração entre a Rijkswaterstaat (Autoridade Estatal de Gestão de Águas e Infraestruturas), as companhias de água e outros gestores de recursos hídricos, elevou o nível de alerta para 1: iminente escassez de água. Os Países Baixos encontram-se agora no nível 2, uma escassez de água real. O nível 3 representa uma crise hídrica. Existem três níveis de escassez de água nos Países Baixos.
O Ministério enfatizou que a água potável continua disponível. A recomendação permanece a mesma: usar a água potável de forma consciente e moderada.
A escassez de água provavelmente afetará primeiro o transporte marítimo, a indústria e a agricultura. Os navios têm mais dificuldade para manobrar em níveis baixos de água nos rios e canais e não podem transportar a mesma carga, sob o risco de encalhar. As fábricas não conseguem descartar toda a água de arrefecimento, pois os rios mais vazios aquecem mais rapidamente. Em várias regiões proibiram os agricultores de irrigar as suas plantações com água de rios e canais.
A transição para o nível 2 afeta principalmente as consultas públicas, explicou um porta-voz da Rijkswaterstaat. "Será mais fácil implementar certas medidas, especialmente se elas afetarem várias regiões."
Como exemplos de possíveis medidas, o Ministério menciona a utilização de barragens em rios e a preparação de bombas adicionais. A barragem no Lek, perto de Hagestein, poderá ser ligeiramente aberta para permitir que mais água doce flua para oeste e empurre a água salgada.
Esta é mais uma consequência da hidrologia dos rios, canais e subterrânea. Com o menor volume nos cursos de água doce, a água salgada tende a subir os rios com ligação ao mar e a infiltrar no solo mais a montante do que o costume. Isso, por sua vez, leva a problemas de salinidade dos solos e contaminação de águas subterrâneas, prejudicando a fertilidade dos solos e captações de água para consumo.





