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Com as típicas intervenções de abertura e de apresentação deste Fórum Portugal Nação Global (PNG), destacam-se as intervenções do Primeiro Ministro, Luís Montenegro e do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.
Após o momento musical de abertura do 1º Fórum Portugal Nação Global que se realizada a 29 e 30 de abril no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o discurso do Primeiro Ministro, Luís Montenegro, dá destaque à necessidade de uma preparação para os novos desafios, enfatizando que “Portugal é muito maior que as fronteiras do território, de uma nação com quase 900 anos de história.”Com uma partilha de cultura e capacidade trabalhadora nos países que escolhem viver e trabalhar, os portugueses e luso-descendentes são um exemplo de integração e de superação.

Crescimento
Com o país a crescer mais que a média da UE pelo quinto ano consecutivo, o Primeiro Ministro chama o investimento português na diáspora para o nosso país, destacando a grande apetência digital e tecnológica de Portugal, bem como o crescimento numa maior autonomia energética.
O grande problema do investimento continua a ser a burocracia e é por isso que esse é o mais importante e maior objectivo deste Governo.
O Primeiro Ministro destaca também o potencial deste Fórum para “espicaçar” a economia e as comunidades de portugueses no estrangeiro.
Secretário De Estado Das Comunidades Portuguesas
Emídio Sousa começa a sua intervenção com a importância da organização deste Fórum Portugal Nação Global, um evento que reconhece a diáspora portuguesa no Mundo como um ativo, referindo a presença portuguesa em 178 países.

Com ideias para o futuro sobre o que poderá ser uma marca Portugal Nação Global, o Secretário de Estado agradece aos co-organizadores, aos promotores e parceiros a realização deste primeiro evento do género. Um local não só de discursos e negócios, mas também de contactos e troca de ideias, "onde os participantes são também os intervenientes e não meros espetadores."
Este primeiro Fórum PNG afirma-se como uma plataforma estratégica de ligação entre Portugal, a sua diáspora e os mercados internacionais, conta com 634 participantes de 43 países dos cinco continentes.
Como um espaço interinstitucional, multinível e orientado para resultados, 266 instituições públicas e associativas, com especial destaque à presença de vários municípios portugueses e parques empresariais, 254 empresas nacionais e 189 da diáspora, convergem numa visão comum de desenvolvimento nacional.
Investimentos
Também o Banco Português de Fomento (BPF) e a Fundação AEP fizeram intervenções nesta sessão de abertura.
Gonçalo Regalado, Presidente da Comissão Executiva do BPF, quer colocar Portugal no centro do investimento dos quase 300 milhões de falantes por todo o Mundo.
O BPF tem sido um dos pilares ao investimento, com a disponibilização de 5,7 mil milhões de Euros de financiamento com garantias, chegando a mais de dezasseis mil empresas, criando um retorno à economia portuguesa de mais de 400 milhões de Euros de receita de IRC.
Luís Miguel Ribeiro, Presidente da Fundação AEP, enfatiza o “reconhecimento necessário ao ativo que é a Diáspora” para os negócios e a boa saúde da economia portuguesa.
Imagens de Portugueses na Holanda





